sábado, 31 de maio de 2014

Criação e manejo de coleirinhas

                                                               

Uma alimentação de qualidade ira garantir parte do suseso na criação das aves , coleiros são aves que vivem basicamente de sementes ,como alpiste painço por isto o criador deve estar atento as necessidades dessas aves e buscar sementes de ótima qualidade misturando ( alpiste , painço branco , painço preto , painço vermelho e painço verde isto poderá custar um pouco mais só que os resultados compenção.
Sendo 80% de alpiste e 20% da mistura dos painços
Muitos criadores preparam suas farinhadas mais á muitas marcas boas no mercado
 ( Insect Patee ,Gold Patee , Alcon Club e uma que esta sendo bem aseita pelos criadores Farinhada 42 V R M e M reprodução que já contem vitamina E em sua composição.

                 Cálcio e areia

 Para cálcio e minerais seria bom usar os produtos que posuem carvão e areia como
Prestige Minerais c/Carvão e prestige areia

                       A água

A água tem que ser de boa qualidade para que não aja contaminação por patojenos que possam acabar com o plantel que seria bom ser filtradas os bebedouros devem ser bem igeenizados semanalmente para que não aja acumulo de sugeiras que posam provocar doenças como a salmonela

CONHECIMENTO BÁSICO DOS MINERAIS


No que diz respeito à necessidade, os minerais são tão importantes e necessários quanto as vitaminas e os aminoácidos essenciais ao organismo e representam em papel como componentes das enzimas responsáveis por todas as transformações químicas que se processam no organismo. Nesta função atua semelhantemente às vitaminas, pois as proteínas de que fazem parte funcionam como catalisadores de reaçòes químicas específicas. Existem mais de 60 enzimas no organismo e nem todas tem seu mecanismo conhecido.
 
 
A carência de um único elemento mineral pode determinar a morte em prazo curto, isto é, logo que acabem as reservas desse mineral. Praticamente todos os minerais são eliminados pela urina continuamente ou pelas fezes, mesmo necessitados na produção ou no crescimento, por isso deve-se fazer a reposição constante.
 
 
Todos ingredientes utilizados em misturas tem uma quantidade variável de elementos minerais, essenciais ou não, e quando se determina a composição mineral de uma mistura seja ela ração ou farinhada, pode-se notar talvez uma deficiência até acentuada de algum mineral.
 
 
Deve-se, porém, sempre calcular o teor dos minerais essencais dessas misturas, levando em conta que há um teor "ótimo" para se obter a melhor conversão do alimento, e assim, dá-se a capacidade de cobrir todas as deficiências e estabelecer um nível de satisfação em que cada mineral funcione melhor.
 
 
Deve-se precaver contra o uso excessivo do composto mineral nas misturas, e sobretudo, o uso indiscriminado, pois pode-se tomar essas misturas menos palatáveis, mais laxativas, menos assimiláveis, diminuir seu valor energético, ocupar o lugar de outro nutriente mais valioso, inativar a ação de certas vitaminas e até mesmo de outros minerais, etc. Enfim, seu caso deve ser criterioso e em quantidade suficientes. Nunca usar minerais de bovinos, suínos, etc. em aves. O balanceamento dos minerais são diferentes. Não adianta colocar na ração, execessos de ferro, cobalto, manganês, ou até mesmo de cálcio, sabendo-se que o excesso não será aproveitado e atrapalhará na dieta, não resolvendo nada.
 
 
Não há um dado fixo para o teor de minerais ou cinzas em uma mistura balanceada para cada categoria de ave, porém pode-se e deve-se administrar como suplemento junto com a Grita que é necessária para a trituração dos alimentos. No caso da falta imediata detectada usa-se misturar o suplemento na ração ou farinhada na dose de 2% até 20 dias para suprir as necessidades imediatas, depois usar 20% na mistura de Grita, ou até dar à vontade pois elas saberão dosar se não forem obrigadas a ingerir junto com a ração.
 
 
Fósforo e Cálcio (P e Ca)
Entram em maior proporção na composição do corpo e do ovo. O Fósforo entra ainda no metabolismo e nos compostos orgânicos, presente em todos os tecidos.
O estudo cálcio/fósforo é feito juntamente com a vitamina D, que é responsável pela assimilação e fixação deste.
Raquitismo - Deficiência de fósforo (ou vitamina D)
Osteoporose - Deficiência de cálcio ocasionando filhotes defeituosos, fêmeas nas posturas descadeiradas, etc.
Durante a postura, as necessidades de fósforo são pequenas, mas as de cálcio são muito altas. Para formar a casca de ovo, as aves retiram o cálcio dos ossos, nos intervalos entre a formação de uma casca e outra. Estudos realizados com galinhas mostram que a casca de um ovo médio tem 1,5 a 2g de cálcio depositada em 15 horas que antecedem a postura e, durante a calcificação da casca, o cálcio retirado dos ossos via sangue tem a proporção de 100 mh por hora. A fonte de fósforo mais utilizada em nosso meio é o fosfato bicálcio que contém 18,5 e 21% de fósforo.
 
 
Sal (NaCL)
O sal comum não é apenas um condimento que estimula o apetite e as secreções, mas um nutriente presente e necessário para os tecidos. Regula a pressão osmótica, controla a passagem dos alimentos de uma célula para a outra, mantém o equilíbrio ácido-base e o metabolismo da água.
Sua falta diminui o apetite e o aproveitamento da proteína e da energia. Afeta diretamente a produção dos ovos, peso corporal e favorece o canibalismo.
As aves suportam até no máximo 3% de sal nas misturas em curto prazo.
 
 
Iodo
Necessidade muito pequena para o funcionamento da tireóide, que atua diretamente no crescimento, postura e viabilidade de embriões por influência materna.
As rações que leva o,o4% a 0,5% de sal iodado comum pode dispensar a adi'ção do iodo.
 
 
Potássio (K)
Constituinte normal da célula animal, particularmente nos músculos. Sua falta acarreta lesões no coração e rins.
É rapidamente absorvido pelo intestino e quando em excesso é imediatamente excretado pelos rins.
 
 
Magnésio (Mg)
É reconhecidamente essencial à alimentaçào. Na sua falta observa-se o crescimento retardado, mau empenamento, ataxia, diminuição do tônus muscular descoordenaçào, convulsões e morte.
Mínimo necessário 50g por 100kh de ração. Não esquecer que o excesso provoca raquitismo, casca de ovos finos, diminuição de postura e da fertilidade, ocasionando fezes aquosas. Sua absorção é facilitada pela vitamina D quando há um bom equilíbrio na relação fosfocálcica.
 
 
Manganês (Mn)
Sua função está relacionada com o metabolismo cálcio fósforo. Atua como co-fator da fosfatização oxidativa. Sua falta ocasiona perose e casca fina do ovo. É muito controvertido pois a perose pode ser determinada por uma deficiência de colina, niacina, biotina e folacina e a casca fina por cálcio, vitamina E e G.
Ovos não vingados, morte prematura do embrião, e várias deformações (membros encurtados, bico de papagaio, barriga saliente, cabeça globular e emplumação retardada), também são atribuidos à dificiência do mesmo
O teor de manganês dos produtos vegetais é muito variado dependendo da riqueza do solo neste elemento. O farelo de arroz geralmente é muito rico neste mineral.
 
 
Zinco (Zn)
Responsável por uma parte de uma enzima respiratória (anidrase carbônica), existente nos glóbulos vermelhos e a eliminação do CO2 que contém 0,3% do mesmo. A tolerância das avez ao Zn é de 200 ppm.
Praticamente recomenda-se a adição de 30 ppm, podendo ser feito, na forma de sulfato, de carbono ou óxido, misturado com outros minerais.
 
 
Ferro (Fe)
É absorvido pela mucosa intestinal sobre a forma de uma combinação protéica até formar a ferratina. Quando em equilíbrio deixa de absorver o Fe sendo eliminado pelas fezes. A falta causa anemia por deficiência de Fe e Cu e algumas bitaminas tipo microcrítico e macrocrítico no caso de ácido fálico e da B12.
Durante a postura sabe-se das maiores necessidades, pois cada ovo retira em média 1,1 mg de Fe. A principal fonte é o sulfato ferroso e 10g/100kg de ração é suficiente para atender as suas necessidades.
 
 
Cobre (Cu)
Deve ser ministrado sempre junto com o ferro devido à sua necessidade para a sua assimilaçào. Sua necessidade foi determinada em 10% da de Fe.
A falta de cobre, prejudica a absorção do Fe e dificulta sua mobilizaçào no organismo. Apesar de não ser estimulante melhora a conversão alimentar.
 
 
Cobalto (Co)
Necessário para a manutenção dos glóbulos vermelhos do sangue, sem o que tem-se a anemia, perda de apetite e de peso.
Deve-se usar sob a forma de cobalamina ou bitamina B12.
 
 
Flúor (F)
Necessário em pequenas quantidades pois é muito tóxico e acumulativo.
 
 
Enxofre (S)
É constituinte de 2 aminoácidos (cistina e metionina) e também das vitaminas (tiamina e biotina).
 
 
Selênio (Se)
Altamente tóxico. Os ovos contém apreciável teor de selênio quando crus. É necessário técnica especial para homogenizar nas rações pelas pequenas dosagens utilizadas, por esta razão costuma-se substituir erroneamente pela vitamina E.
 
 
Arsênio (As)
Encontra-se em quantidades infinitamente pequenas nos animais e é retirado dos alimentos naturais.
 
 
Molibdênio (Mo)
Sabe-se ele faz parte do sistema enzimático. Ainda desconhecido ou não bem estuado.
 
 
Vanádio (V)
Promove um estímulo do crescimento, mas é tóxico e entra como impureza nos outros minerais.
 
 
Silídio (Si)
É um componente das penas e responsável pela rigidez das mesmas. Quase toda sua ingestão é eliminado pela fezes, porém, o mínimo necessário é absorvido.
 
 
Pedrisco ou Grita
Em tamanho conveniente funciona como dentes para as aves, desfazendo as partículas mais duras e facilitando a penetração dos sucos digestivos e a limpeza das paredes da moela. Causa a dilatação do tubo digestivo, aumentando a sua capacidade, o que é vantajoso.
Recomenda-se usar pedras duras que não se desgastem no processo de "mastigação". Hoje usa-se muito areia de piscina por ser lavada e desinfetada, mas corre-se o risco da utilizaçào de produtos não convenientes tipo ácidos para essa desinfecção.
 
 
Outros minerais na água
As aves preferem água ligeiramente ácidas. As águas salubres, com teor mineral superior à 0,9% são prejudiciais. Os cloretos, com exceção do sódio e cálcio, são geralmente mais nocivos que os sulfatos. O cloreto de Mg é indesejável.
Sal, comum na água, diminui a fertilidade e a incubabilidade dos ovos, além de reprimir o crescimento.
As aves mortas, por excesso de sal, revelam enterite e ascite na necrópsia. Um sinal provável de excesso de sais na alimentação ou na água são as fezes aquosas.
 
 
Exigência nutritiva para pássaros (% por kg de alimento)
Estimativa mínima sem margem de segurança.
Para uso de proteínas total de 18 a 20%.
 
Cálcio %
2,75
Manganês mg
33
Fósforo %
0,6
Zinco mg
35
Sódio %
0,15
Ferro mg
40
Potássio %
0,20
Cobre mg
4
Iodo mg
0,30
Selênio mg
0,10
Magnésio mg
500


 




MAIS FILHOTES POR CASAL  


Ricardo Pimentel Ramalho
Revista pássaros 44
Doutorando em Zootecnia

Se o criador dispuser de uma estrutura de 50 gaiolas o que é melhor: usá-Ias todas com casais reprodutores e ter variabilidade genética ou fazer os 10 ou 15 melhores casais reprodutores do planteI e usar as demais gaiolas para ama-secas destes casais, aproveitando-os ao máximo? Entendo ser essa última a melhor escolha, o que pretendo demonstrar através do presente artigo, com comprovada base científica e respaldado em experiências pessoais.
Todos os estudos de descendên­cia mostram que há um "sorteio" de genes durante a formação dos gametas. Sabe-se que durante a formação dos mesmos ocorre a meiose, reduzindo à metade o número de cromos somos da célula, ocorrendo, assim, uma eleição de metade dos genes que os pais possuem. E é exatamente por isso que os gametas não são idênticos no que se refere ao patrimônio genético, sendo também por esse motivo que irmãos completos (mesmos pai e mãe) podem ou não se parecer fenotipicamente oscilando de O a 100% seus genes em comum. Logo, um irmão de um campeão não é necessariamente a melhor escolha de compra quando o próprio campeão não está disponível.
Para fins meramente ilustrativos, exemplifico através da figura abaixo a forma como os gametas se dividem e, após fecundação, voltam a se recombinar, dando origem a novos fenótipos de melhor ou pior qualidade, identificando os genes desejáveis por branco e os indesejáveis por preto: Na figura foi apresentado o patrimônio genético de cada animal por oito partes de igual tamanho (fatias), representando essas partes os genes que determinam uma característica fenotípica específica (como quantidade de lipocromo, tipo de nevadismo, mosaiquismo, feomelanina, tamanho da ave, fator limão e outras características de natureza quantitativa). Ressalto que o número de pares de genes e de classes fenotípicas para essas características é muito maior do que o usado no exemplo.
Observa-se ainda na mesma figura que na formação da geração filha aparecem nove classes de animais a partir de um casal com qualidade semelhante. A partir desse preceito outra teoria pode ser aplicada: no processo de melhoramento genético das espécies devem ser selecionados os animais com características desejáveis e descartados aqueles com características indesejáveis (seleção artificial).
Assim, através da lei das probabilidades a chance de apareci­mento de animais intermediários entre. o mérito genético dos pais é muito maior do que a proporção de filhos superiores ou inferiores seguindo o que os "melhoristas" chamam de distribuição normal das freqüências (demonstrado na figura 2). Nesse exemplo, pode-se perceber que a chance do surgimento do melhor genótipo é de I a cada 25 filhotes ­lembrando que estamos considerando apenas quatro pares de genes o que representa muito pouco em relação às características mencionadas anteriormente.
Fica demonstrado, assim que, para que se dê oportunidade da ocorrência dos melhores genótipo são necessárias muitas tentativas, ou seja muitos filhotes.
Essa situação proposta é válida para todas as espécies. Porém, para canários, é mais fácil de ser aplicada uma vez que podemos aumentar o número de filhotes de um determinado casal através da utilização de "amas­secas"
Assim os melhores casais (escolhidos para reprodutores) não incubariam seus ovos, nem criariam seus filhotes, diminuindo, assim, o tempo entre posturas e conseqüentemente: aumentando o número de ninhadas durante a época de reprodução.
Outro fato importante que dever ser lembrado é o valor de aquisição dos melhores casais muito superiores em regra, ao valor de venda dos filhotes. Sendo assim, para a viabilidade econômica da maioria dos plantéis, faz­se necessário a venda de um grande número de filhotes que possam financiar ou pelo menos amenizar, o alto custo de renovação do planteI.
Concluímos, assim que a chance de aparecimento dos melhores genótipos depende do número de filhotes obtidos por casa. Então, vamos; planejar nossas criações para um maior:

                      A criação

Muitos criadores acabam desistindo pelas dificuldades que eles encontram no caminho tem vezes em que a fêmea de coleiro não gala os ovos , gala mais não choca ou abandona os filhotes ainada pequenos , um exemplo meu cunhado nuca conseguio tirar filhotes de canário do reino com a fêmea que ele tinha então ele a deu para mim e no prineiro ano tirei 14 filhotes , mais tinha um porem ela botava os ovos tão precosimente que não dava tempo para os filhotes , eu coloquei 2 ninhos enquanto ela chocava o macho tratava ela e os filhotes por isto os criadores devem estar bem atentos aos comportamentos para que não aja percas significativas .

Doenças do sistema respiratório inferior


 
Os Coleiros săo pássaros de fibra muito especiais, porém a sua maior fragilidade ocorre no sistema respiratório nos períodos pré, durante e pós muda (seca de muda), onde podem sofrer graves distúrbios, por diferentes agentes patológicos (vírus, fungos, bactérias, ácaros ).
Doenças do sistema respiratório inferior
O sistema respiratório inferior incluem os brônquios principais, os pulmőes, os sacos aéreos e os os­sos pneumáticos. Como os sacos aéreos săo pouco supridos com sangue e năo possuem cílios e secreçőes grandulares para auxiliar a remoçăo dos agentes infecciosos e do material estranho, eles săo relativamente suscetíveis a doença. Note que os sacos aéreos năo se comunicam diretamente entre si.
Etiologia
(causa do problema)
As causas subjacentes ou os fatores predisponentes que levam a doenças dos brônquios, dos pulmőes e dos sacos aéreos, incluem itens mecânicos, ambientais, infecciosos, parasitários e neoplásicos.
• Os fatores mecânicos incluem inalaçăo de material estranho (por exemplo: sangue, soluçăo de ali­mentaçăo forçada) , resultando em dispnéia (distúrbio respiratório) aguda, no caso da aspiraçăo de grandes volumes a morte é geral­mente instantânea;
• Os fatores ambientais incluem ir­ritantes aerógenos e toxinas. A inflamaçăo> resultante pode causar excesso e produçăo de muco, alteraçőes pulmonares crônicas (por exemplo: espessamento dos brônquios e aéreossaculite;
> A inalaçăo de toxinas (por exemplo: o Monóxido de Carbono e vapores de Polímero provenientes do Teflon/ revestimento de panelas) podem causar hemorragia pulmonar aguda e morte;
> As alergias podem causar infla­maçăo do tecido pulmonar, com espessamento e edema (coleçăo de líquido) peribronquico;
·Os agentes infecciosos (como bactérias, vírus, fungos e mi­cobactérias) podem levar a pneumonia e granuIomas pulmonares ou de saco aéreo;
• Os parasitos dos brônquios, dos pulmőes e dos sacos aéreos podem causar tosse, espirros e respiraçőes profundas e muito lentas;
• A neoplasia (cresci­mento celular disforme irregular com malignidade) dos brônquios e dos pulmőes é incomum mas devesse considerar, no ano passa­do atendi dois casos.
Sinais clínicos
Os sinais clínicos incluem:
1 Dispnéia aguda ou severa, oscilaçăo da cauda e movimentos respiratórios acentuados (o pássaro fica muito ofegante);
2 Podem apresentar tosse e espirros;
3 Sons respiratórios abafados e estertores audíveis (ruídos) durante a respiraçăo. d) Problemas respiratórios de vias superiores intercorrentes.
Diante desses sinais clínicos procure imediatamente assistęncia Médica Veterinária, porém para prevençăo mantenha o pássaro em ambiente arejado, absolutamente protegido de correntes de vento e com sementes limpas livres de toxinas com água e alimentos sempre frescos e fundos de gaiola limpos a areia comestível deve ser ser­vida em potinhos e năo no fundo da gaiola.
É válido ressaltar que estes processos patológicos podem acometer qualquer pássaro.

                      Fêmea se aprontando

Machos e fêmeas são seprarados em gaiolas diferentes sem que se vejam  mais que um posa ouvir o outro podendo serem prósimas em meados de agosto deve ser colocado na gaiola uma ninho artifisial e fibras de coqueiro ou raízes para estimular a fêmea a se preparar , quando o criador perseber que ela esta caregando siscos para o ninho devera mostrar o macho , testando se a fêmea esta aceitando o macho .
Normalmente o criador perceberá que a fêmea se abaixara no poleiro chamando o macho, se forem uma criação por casal será á hora de introduzir o macho na gaiola da fêmea e se for com varias fêmeas, serão colocado uma vês ao dia com cada uma, não passando de três fêmeas ao dia, para não desgastar o macho.
Se a fêmea não galar o criador não devera tirar os ovos antes do tempo para não interromper o ciclo de postura e acostumando mal a fêmea.
O criador percebera que a fêmea esta deitada no ninho deve entrar no criadouro somente o necessário para não estreçar a fêmea e terminar com uma decepção da fêmea abandonar o ninho

               A postura
Geralmente as fêmeas de coleirinhas colocam dois ovos mais já vi casos de até quatro que é muito raro.
Logo após for colocado o primeiro ovo levara em média de 11 á 13 dias para o nascimento dos filhotes.
            
                               Agradecimentos
Espero que poço tenha ajudado vocês gostaria que mandasse cem suas duvidas fotos de seus pássaros e criadouros ou produtos agradecimento Cledemilson A. Correa.

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